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Forum técnico

Queremos tirar as principais dúvidas técnicas que possam surgir acerca do funcionamento dos nossos produtos e dos passos e processos necessários para a sua montagem.

Iluminação para móveis

Iluminação

Um sistema de iluminação LED pode piscar por vários motivos, para saber a causa você deve:

Verificar que o sistema de iluminação LED está ligado ao tipo de transformador correcto, de tensão constante ou de intensidade constante, consoante o sistema de iluminação assim o requeira.

Verificar que a potência do transformador não seja inferior à soma de potência dos sistemas de iluminação LED ligados ao transformador.

Verificar que no existe qualquer sobreaquecimento relevante do transformador. A temperatura de trabalho do transformador deve ser a adequada. A temperatura de trabalho aparece impressa no próprio transformador.

Se um sistema de iluminação LED se acender e logo a seguir se apagar é porque o transformador tem um sobreaquecimento.

Os motivos mais habituais do sobreaquecimento do transformador costumam ser por falta de ventilação nos locais das suas instalações ou por uma excessiva entrega de potência.

Neste caso o transformador está a dar a totalidade ou mais da potência que pode dar e teremos então que substituí-lo por um transformador de maior potência.

 

Se um sistema de iluminação LED não se acender é porque a potência que precisa é maior do que a potência oferecida pelo transformador, ou então deve-se a um problema de polaridade.

Neste caso os sistemas de iluminação ligados à corrente contínua devem manter sempre a polaridade ao longo de todo o circuito (positivo com positivo e negativo com negativo).

¿Por quê um sistema de iluminação LED não acende?

Para escolher o transformador correcto para cada sistema de iluminação devemos:

1.- Saber o tipo de transformador que corresponde a cada sistema de iluminação (12V DC, 350 mA ou 12V AC). No nosso catálogo indicamos em cada sistema de iluminação o tipo de transformador que deve ser usado, com uma série de ícones (símbolos) facilmente diferenciados através de diferentes côres e inscrições.

2.- Saber a potência total necessária (6 W, 15 W, etc.).
Uma vez escolhido o tipo de transformador temos de calcular a potência que iremos precisar consoante cada instalação. Para tal efeito temos de somar todas as potências dos sistemas de iluminação que vamos ligar a um mesmo transformador.

Por exemplo, se tivermos 4 focos Orion (código 7048162) de 3 W cada um, a soma das potências é de 12 W. É recomendável que os transformadores trabalhem até um 80% da potência máxima que suportam (DADO EXTREMAMENTE IMPORTANTE PARA UMA BOA DURABILIDADE DO TRANSFORMADOR).
Assim sendo, deveremos escolher para este caso em exemplo um transformador LED de 15 W (código 7001420).

É ainda importante referir que o número máximo de sistemas de iluminação que se podem ligar a um mesmo transformador é de 6 unidades, dado que os distribuidores AMP que vêm com os transformadores da Emuca têm 6 conectores.

¿Que tipo de transformador preciso para cada sistema de iluminação?

Sim, os transformadores com envolventes metálicas precisam de estar ligados à terra e incluem um borne específico para poderem ser ligados.

A tolerância de potência deve de ser de -20% em quaisquer fontes de alimentação deste tipo. Ou seja, se a soma das potências dos sistemas de iluminação ligados a um mesmo transformador é 12 W, então deve-se utilizar um transformador de 15 W. Mas se instalação superar os 12 W, então já devo optar por escolher um transformador de maior potência, por exemplo de 30 W.

Numa instalação para o caso de mobiliário em geral (quartos, salas, etc. excepto casas de banho), os sistemas de iluminação e os seus componentes devem de cumprir uma série de características:

Devem ter um isolamento de classe II, protegidos contra descargas eléctricas por contacto directo e indirecto, não sendo necessário a ligação ou conexão da toma de terra. Ou bem podem ter um isolamento de classe III, pelo que não devem ligar-se à toma de terra.

Além disso devem igualmente poder instalar-se sobre superfícies com materiais acerca dos quais não se conhece a sua inflamabilidade, como é o caso da madeira. Ou bem sejam idóneos para poder instalar-se em superfícies normalmente inflamáveis.

¿Que características devem cumprir os sistemas de iluminação e os componentes de uma instalação para o mobiliário em geral?

Numa instalação para o caso específico do mobiliário de banho, os sistemas de iluminação e componentes devem cumprir uma série de características tendo em conta a zona da casa de banho na qual os mesmos se irão situar. Para tal, limitar-nos-emos a quatro tipos de volumes existentes na casa de banho:

Volume 0: Compreende o interior da banheira ou duche.
Volume 1: É aquele que está limitado pelo plano horizontal superior ao volume 0 e pelo plano horizontal situado a 2,25 m por cima do chão, limitado pelo plano vertical à volta da banheira ou duche.
Volume 2: É aquele que está compreendido entre o plano vertical exterior ao volume 1 e o plano vertical paralelo situado a uma distância de 0,60 m, limitado pelo plano horizontal situado a 2,25 m por cima do chão.
Volume 3: É aquele que está limitado pelo plano vertical exterior do volume 2 e pelo plano vertical paralelo situado a uma distância do mesmo de 2,4 m, limitado pelo plano horizontal situado a 2,25 m por cima do chão, ou até uma altura de 3 m, se o tecto estivar a esta altura ou mais do chão.
NOTA: Os falsos tectos e as cabines não são consideradas barreiras para efeitos da separação destes volumes.

Em consequência, os sistemas de iluminação e os seus componentes que possam ser instalados em cada um dos volumes são os seguintes, consoante o grau de protecção requerido:
Volume 0: Poder-se-ão instalar sistemas de iluminação e componentes com protecção IPX7.
Volume 1: Poder-se-ão instalar sistemas de iluminação e componentes com protecção IPX4. Para protecção IPX2 poder-se-ão instalar apenas se se colocar os mesmos por cima do nível mais alto do difusor fixo do duche. E com IPX5 poder-se-ão instalar em banheiras de hidromassagem e em casas de banho públicas ou comuns nas quais se possam vir a produzir jactos de água durante a sua limpeza. Além disso consideram-se igualmente os aparelhos alimentados a MBTS não superior a 12 V ca ou 30 V cc.
Volume 2: Poder-se-ão instalar os permitidos para o volume 1. Além daqueles sistemas de iluminação cuja alimentação esteja protegida com um dispositivo de protecção de corrente diferencial de valor não superior a 30 mA, de acordo com a norma UNE 20.460-4-41.
Volume 3: Poder-se-ão instalar sistemas de iluminação e componentes com protecção IPX5, em casas de banho públicas ou comuns quando nas mesmas se possam vir a produzir jactos de água durante a limpeza dos mesmos. Além dos sistemas de iluminação protegidos por um transformador de isolamento, ou por MBTS, ou por um dispositivo de protecção diferencial de valor não superior a 30 mA, de acordo com a norma UNE 20.460-4-41.
NOTA: As casas de banho públicas ou comuns são aquelas que se encontram em escolas, fábricas, centros desportivos, etc. e todas aquelas casas de banho que são utilizadas pelo público em general.

¿Que características devem cumprir os sistemas de iluminação e os componentes de uma instalação para o mobiliário de banho?

Denomina-se IP (Ingress Protection Rating) ao índice que tem um sistema de iluminação ou componente para proteger-se ou não danificar-se com o pó e a água. Por exemplo, os sistemas de iluminação ideais para iluminar os móveis de casa de banho têm uma protecção IP44. Sendo o primeiro dígito o índice de protecção de sólidos e o segundo dígito o índice de protecção de líquidos.

Protecção de sólidos:
IP0X: Sem Protecção.
IP1X: Protecção de objetos maiores que 50mm, por exemplo uma mão.
IP2X: Protecção de objetos maiores que 12.5mm, por exemplo um dedo.
IP3X: Protecção de objetos maiores que 2.5mm, por exemplo uma chave de fendas.
IP4X: Protecção de objetos maiores que 1 mm, por exemplo um cabo.
IP5X: Protecção ao pó, sendo a sua introdução ou entrada limitada permitida.
IP6X: Protecção a concentrações de pó, sendo que NÃO é permitida qualquer introdução ou entrada de pó.

Protecção de líquidos:
IPX0: Sem Protecção.
IPX1: Protecção contra a queda de líquidos verticais, introdução ou entrada limitada permitida.
IPX2: Protecção contra a queda vertical de água com o produto, com uma inclinação de 15° vertical, sendo a introdução ou entrada limitada permitida.
IPX3: Protecção do vapor de água a 60° da vertical, sendo a introdução limitada permitida.
IPX4: Protecção contra salpicos de líquidos em todas as direções, sendo a introdução limitada permitida.
IPX5: Protecção contra jactos de água, sendo a introdução limitada permitida.
IPX6: Protecção contra fortes jactos de água, sendo a introdução limitada permitida.
IPX7: Protecção contra a imersão de 15cm a 1 m durante 30 min, não sendo permitida a introdução ou entrada de qualquer água.
IPX8: Protecção contra a imersão contínua sob água.

Denomina-se IP20 ao índice que tem um sistema de iluminação ou componente para proteger-se de objetos maiores do que 12,5 mm mas sem protecção contra os líquidos. Neste caso, o referido sistema de iluminação estaria indicado para a sua montagem apenas no mobiliário do lar.

Denomina-se IP44 ao índice que tem um sistema de iluminação ou componente para proteger-se de objetos maiores do que 1 mm e que além disso tem também protecção contra os salpicos de líquidos em todas as direcções. Neste caso, consoante a zona na qual se localize o referido sistema de iluminação, estaria indicado para a sua montagem no mobiliário de banho.

Na seguinte imagem distribuem-se os tipos de fichas macho de tomada e respectivas tomadas de corrente que se usam em cada país do mundo no contexto de utilização doméstica:

¿Que tipo de fichas macho de tomada é utilizada em função de cada país?

Na seguinte imagem distribui-se a voltagem e a frequência que se utiliza em cada país do mundo no contexto de utilização doméstica:

Para mais informação consulte http://www.worldstandards.eu/electricidad.htm

¿Que tipo de voltagem e de frequência é utilizada em função do país?

Um sistema de iluminação com uma temperatura de cor branco natural está entre 4.000 e 5.000 Kelvin e a sua tonalidade de luz é neutra.

A principal diferença entre temperaturas de cor nos sistemas de iluminação é a dos seus graus Kelvin e as suas tonalidades de luz:

- A temperatura de cor branco frio varia entre os 3.000 e 3.900 graus Kelvin e a sua tonalidade é azulada.

- A temperatura de cor natural varia entre os 4.000 e 5.000 graus Kelvin e a sua tonalidade é neutra.

- A temperatura de cor branco cálido varia entre os 5.100 e 7.000 graus Kelvin e a sua tonalidade é alaranjada.

¿Qual é a diferença entre uma temperatura de cor branco frio, branco cálido e branco natural num sistema de iluminação?

Rouleaux LED

No seguinte vídeo mostra-se como se monta de uma forma simples a referida iluminação LED.

No seguinte vídeo mostra-se como se monta de uma forma simples a referida iluminação LED.

No seguinte vídeo mostra-se como se monta de uma forma simples a referida iluminação LED.

No seguinte vídeo mostra-se como se monta de uma forma simples a referida iluminação LED.

No seguinte vídeo mostra-se como se monta de uma forma simples a referida iluminação LED.

Sim, são compatíveis com todos os perfis de alumínio e difusor para fitas LED existentes na oferta da Emuca.

Podemos calcular a potência máxima sabendo a tensão de alimentação das fitas LED (12V DC) e a potência que se deseja instalar de acordo com a seguinte fórmula: Amperagem (A) = Potência (W) / Tensão (V)

Exemplo: A= 48 W / 12 V a A= 4A

A potência máxima que posso conectar é de 48W a 12V DC.

Não, apenas os cabos e conectores Lynx H de largura de fita 8 mm são compatíveis com os perfis de alumínio e difusores para fitas LED.

Podemos calcular a potência máxima sabendo de antemão a tensão de alimentação das fitas LED (12V DC) e a potência que se deseja instalar com a seguinte fórmula: Amperagem (A) = Potência (W) / Tensão (V)

Exemplo: A= 60W / 12V a A= 5A

A potência máxima que posso conectar é de 60W a 12V DC.

A fita LED Lynx de temperatura de cor variável dispõe de um controlador que permite seleccionar a temperatura de cor branco frio, branco natural ou branco cálido, num intervalo que varia entre os 3.000 Kelvin e os 6.000 Kelvin.

O máximo comprimento recomendado em instalações das fitas LED está indicado no nosso catálogo com um símbolo em cada fita LED.

Na tabela indica-se o comprimento máximo recomendado se a alimentação for efectuada apenas e só por uma única extremidade (o que implica um só transformador). E além disso indica-se igualmente o comprimento máximo recomendado se a alimentação for efectuada pelas duas extremidades (o que implica dois transformadores) e que portanto se multiplicam por dois.

Nota: Para a alimentação pelas duas extremidades temos de efectuar uma ligação especial. Consultar como posso conseguir que a minha fita LED tenha a mesma luminosidade ao longo de todo o seu comprimento.


Documentos:

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Um factor de grande importância que influi na diferença de luminosidade nos extremos da fita LED, é a queda de tensão. Quando se ligam muitos metros de fita LED, a tensão no início é diferente que a tensão no final, dado que a distância afecta e provoca que os LEDs se iluminem menos por causa da queda de potencial que sofrem. Por essa razão no nosso catálogo indica-se qual o comprimento máximo recomendado de ligação em cada fita com um símbolo. Consultar qual é o máximo comprimento de instalação das fitas LED.

Existe uma forma de conseguir que a fita LED não sofra a queda de tensão elevada que se produz em longas distâncias e consiste em alimenta-la por ambas as extremidades.
Para poder alimentar a fita por ambas extremidades temos de utilizar dois cabos de ligação, um em cada extremidade da fita LED. É importante manter a polaridade em ambos os extremos, e para tal basta com realizar a alimentação de acordo com a seguinte instrução, tendo em conta que numa das extremidades a ligação AMP é efectuada de forma diferente ao habitual (vermelho e preto neste caso é ao contrário), que no desenho se indica com o símbolo de exclamação.

¿Como posso conseguir que a minha fita LED tenha a mesma luminosidade ao longo de todo o seu comprimento?

Documentos:

Descarregar

Sim, são compatíveis. Mas devemos ter em conta que os sensores Lynx têm dimensões diferentes.

No caso do sensor Motion, por exemplo, foi feita uma alteração da posição da lente mas mantêm-se as mesmas dimensões. Deverá ter-se em conta no momento que formos efectuar a mecanização para que o difusor e a sua lente sobressaiam do mesmo, sendo o diâmetro de 10 mm, o qual se mantém, mas a posição essa varia agora para 15 mm.

No caso dos sensores Touch e Dimmer não existem alterações que venham a afectar a montagem e onde se montava o antigo sensor, pode gora ser montados igualmente o novo sensor Lynx.

O sensor touch para as fitas LED tem um detector que reage ao aproximar-se uma mão humana (calor e movimento).

O sistema de iluminação acender-se-á quando o sensor detectar uma mão humana dentro de uma área de 0 a 2 mm, e apagar-se-á quando volte a detectá-la.

O sensor autocalibra-se através da diferença de potencial, ou seja, tem em conta os objetos e a distância entre a mão e o sensor a primeira vez que se acende.

Se se quiser mudar, então deve-se reiniciar o sensor. Para tal efeito, deve-se desligar o sensor touch da rede eléctrica (desligando o sensor do respectivo transformador, ou então desligando o transformador da rede ou ainda desligando o quadro geral da habitação ou local onde tenha sido instalado), esperar 5 segundos e voltar a liga-lo para que o sensor se autocalibre.
 

Quando isto acontece, deve-se ter em conta que o controlador (olho do sensor) acende o interruptor de saída quando detecta o movimento de um corpo humano.

Ou seja, o controlador (olho do sensor) não detecta movimentos de objectos, como por exemplo o movimento de uma porta, mas sim de pessoas ou de calor humano.

Além disso para que o mesmo possa movimento, deve-se interferir entro do seu raio de detecção. O sensor MOTION dispõe de um raio de detecção de 2 metros e de um ângulo de 90º.

Sim, pois para poder controlar a fita LED RGB requer-se um controlador RGB com telecomando que funciona por radiofrequência. Se numa instalação houver dois controladores, ambos podem ser controlados com um só telecomando, dado que todos os controladores desta gama dispõem da mesma frequência.

Para escolher o transformador correcto para uma fita de LED devemos:

- Conhecer qual o tipo de transformador que corresponde à fita de LED a utilizar. No nosso catálogo indicamos em cada sistema de iluminação qual o tipo de transformador que deve ser utilizado através de uma série de ícones.

- Conhecer qual a potência total necessária do transformador (6 W, 15 W, 30W, 50W, 72W, 100W, 200W). Para calcular a potência presente num determinado comprimento de fita temos primeiramente de saber qual é a potência total do rolo de 5 m (a nossa unidade de venda) e qual é o comprimento que iremos precisar para a nossa instalação.

Por exemplo:

Se 5 m de fita (um rolo) 24 W et preciso para a minha instalação 2 m.

X= (2m x 24W) / 5m = 9,6W  

Portanto deverei escolher o transformador de 15 W. Devemos fazer atenção, pois deve-se adicionar o consumo dos diferentes acessórios de fita se os mesmo forem incluídos na instalação, como por exemplo cantos em “L” ou similares.

Applique LED

Sim, o sistema de iluminação Auriga Switch possui um sensor de proximidade que realiza a função de interruptor, e além disso permite igualmente a ligação de até mais três sistemas de iluminação Auriga para que todos eles possam ser controlado pelo referido sensor.

No total pode-se fazer uma instalação de 4 sistemas de iluminação Auriga (1 sistema de iluminação Auriga Switch e 3 sistemas Auriga sem sensor).

Para tal efeito incorpora um cabo de entrada e outro de saída, assim como um distribuidor AMP. Além disso dispõe de um progressivo acendimento assim como para apagar-se o qual oferece um efeito muito atrativo e inovador.

O foco LED Mizar caracteriza-se por ter um transformador integrado o qual se pode desta forma ligar directamente à corrente alterna, não precisando portanto de nenhum transformador adicional para o seu funcionamento.

A sua instalação resulta fácil e simples, dado que não requer nenhum transformador adicional. Para a sua montagem no móvel ou similar tão só temos de realizar uma mecanização para poder encastrar o foco ou bem aparafusar o mesmo no caso do seu uso e instalação de superfície juntamente com o seu suporte correspondente.

O foco LED Lich requer para o seu funcionamento de um transformador LED de tensão constante (12V DC).

Tem integrado um sensor que mantem aceso o foco enquanto o mesmo detectar movimento, e apaga-se decorridos 60 segundos após deixar de detectar movimento. Além disso dispõe de um raio de detecção de 2 metros de comprimento e um ângulo de 120º.

A sua instalação resulta fácil e simples, dado que o mesmo é montado sobre a superfície do móvel. Pode realizar-se a referida instalação e montagem através do uso de parafusos, os quais ficam completamente ocultos por debaixo da tampa embelezadora ou bem com fita adesiva de dupla face. Ambas opções estão incluídas no seu fornecimento com as peças necessárias para o efeito.

No seguinte vídeo mostra-se como se monta de uma forma simples a referida iluminação LED.

Sim, é recomendável efectuar uma carga completa da bateria do varão iluminado Castor antes de proceder à sua instalação.

Se bem que algumas baterias possam vir já com alguma carga, essa carga será mínima e simplesmente servirá para efeitos de verificação; portanto deveremos aproveitar a instalação para colocar a bateria já totalmente carregada.

O sistema de iluminação a pilhas Castor possui uma autonomia de 700 ciclos de acendimento por carga antes de esgotarem-se as suas baterias.

A bateria do foco led Castor recarrega-se com um carregador de telemóvel ou tablet. O carregador deve ter um conector micro USB de tipo B e ter uma potência de carregamento que pelo menos possa fornecer 5V DC.

Dita bateria encontra-se situada no suporte lateral com uma tampa, a qual temos de retirar para poder proceder ao carregamento da bateria.

Da mesma forma dispõe também de um indicador LED que passa da cor vermelha para a cor verde quando a carga está completa, o qual deve acontecer uma vez decorrido um tempo de aproximadamente 4 horas.

A bateria dispõe de um indicador LED que passa da cor vermelha para a cor verde quando a carga está completa, o qual deve acontecer uma vez decorrido um tempo de aproximadamente 4 horas.

No seguinte vídeo mostra-se como se monta de uma forma simples a referida iluminação LED.

Sim, o foco Crater pode ser recarregado com um carregador de telemóvel. O carregador deve ter um conector micro USB de tipo B e ter uma potência de carregamento que pelo menos possa fornecer 5V DC..

O seu tempo de carga variará em função da amperagem do carregador, se bem que é recomendável a utilização de carregadores de 5VDC 1A, sendo que desta forma o tempo de carga estimado será de aproximadamente 2 a 2,5 horas.

Sim, de facto o sistema de iluminação Kuma requer o uso de um transformador de maior potência dado que dispõe de portos USB para recarregar smartphones ou tablets. Se se desejarem por exemplo utilizar ambos os portos USB para recarregar os dispositivos ao mesmo tempo, o consumo do sistema de iluminação será maior.

Para tal efeito, recomenda-se portanto usar um transformador de 30W cod. 7001320 para a utilização de um só sistema de iluminação e um transformador de 50W cod. 5008420 para a utilização de 2 sistemas de iluminação.

No seguinte vídeo mostra-se como se monta de uma forma simples a referida iluminação LED.

O difusor do sistema de iluminação Neptune homogeneíza a luz por todo o foco sem que se cheguem a apreciar os pontos LED, e além disso inda conseguiu ganhar mais fluxo luminoso ou lúmenes dado que os díodos que possui o novo LED SMD3014 são mais eficientes.

O sistema de iluminação Adrowave Switch possui um sensor de proximidade que realiza a função de interruptor, e além disso pode igualmente ser ligado a mais dois sistemas de iluminação Androwave sem sensor, sendo todos eles controlados pelo referido sensor.

Para tal efeito o sistema incorpora um cabo de entrada e outro de saída, assim como um distribuidor AMP. Além do mais possui ainda um acendimento e um apagado progressivo que oferecem um efeito muito atractivo e inovador.

O sistema de iluminação Cygnus está disponível em dois comprimentos diferentes de 195 mm e de 395 mm, ambos com temperatura de cor branco frio ou branco cálido. O corte ou manipulação pode inutilizar permanentemente o referido sistema de iluminação. 

O sistema de iluminação Persei está disponível em dois comprimentos diferentes de 395 mm e de 595 mm, ambos com temperatura de cor branco frio ou branco cálido. O corte ou manipulação pode inutilizar permanentemente o referido sistema de iluminação.

Sim, dado que o foco Volans funciona a 230V AC, e portanto não necessita de nenhum transformador extra.

No seguinte vídeo mostra-se como se monta de uma forma simples a referida iluminação LED.

Sim, o sistema de iluminação Kraz pode ser recarregado com um carregador de telemóvel ou tablet. O carregador deverá ter um conector micro USB de tipo B e pelo menos deve fornecer 5V DC.

O tempo de carga irá sempre variar em função da amperagem do carregador. Recomenda-se o uso de carregadores de 5V DC 1A, pelo que o tempo de carga estimado nesses casos será de aproximadamente 2 a 2,5 horas.

Dito sistema de iluminação possui uma autonomia de 360 ciclos de ligação por carga antes que se esgote a sua bateria e dispõe de um indicador LED que passa de vermelho a verde quando a carga está completa uma vez decorrido um tempo aproximado de 2,5 horas.

O sistema de iluminação Draco de funcionamento com pilhas recarregáveis e sensor de movimento integrado resulta ideal para locais onde não há instalação eléctrica dado que a sua montagem realiza-se na superfície do móvel podendo-se extrair de forma fácil para a sua recarga.

O referido sistema de iluminação inclui 6 pilhas recarregáveis tipo AAA, que permitem ser recarregadas através de um carregador de telemóvel de 5V DC 1A com entrada micro USB tipo B e podem ser substituídas quando se esgotem os seus ciclos de carga apenas por pilhas recarregáveis tipo AAA de 1,2V, nunca através de pilhas convencionais.

Isto acontece porque o sistema de iluminação a pilhas Draco tem um sensor crepuscular, que evita o acendimento do sistema de iluminação se houver um excesso de luz.

Ou seja, se o sensor detectar luz numa determinado espaço, não acende o sistema de iluminação. Desta maneira o sistema de iluminação só e apenas se acende em condições de escassez de luz.

Esta função tem o objectivo de evitar consumos desnecessários que encurtem a duração do ciclo de carga das baterias recarregáveis do próprio sistema de iluminação, permitindo assim uma poupança considerável da bateria.

O sistema de iluminação a pilhas Draco possui uma autonomia de 900 ciclos de acendimento por carga antes de esgotarem-se as suas baterias.

O sistema de iluminação a pilhas Draco dispõe de um indicador LED que passa de vermelho a verde quando a carga está completa uma vez decorrido um tempo aproximado de carga de 2 horas.

Sensores

Dependendo do sistema de iluminação LED que escolhamos poderemos usar um sensor ou outro, consoante a sua compatibilidade. Na seguinte tabela poderá encontrar a compatibilidade que existe ente os diferentes sensores e os diferentes sistemas de iluminação.

¿Que sensor posso montar com os diferentes sistemas de iluminação LED que existem no catálogo da Emuca?

Os nossos transformadores LED não possuem as características necessárias para trabalhar juntamente com reguladores de intensidade (dimmer) no primário (110~240V AC, 50~60Hz).

No entanto sim dispomos de dispositivos que podem regular a intensidade (dimmer) no secundário (12V-24V DC). Como podem por exemplo ser os seguintes:

- Lynx switch/dimmer (cod. 5203620).
- Spirit switch/dimmer (cod. 5022617).
- Micron switch/dimmer (cod. 5053125).
- Dot switch/dimmer (cod. 50228).

No seguinte vídeo mostra-se como se monta de uma forma simples a referida iluminação LED.

Sim, com um sensor capacitivo Spirit podem-se controlar tantos sistemas de iluminação como se queira. Sempre e quando não se exceda a potência de 80 W admissível máxima do próprio sensor capacitivo.

O sensor Spirit pode ser instalado de forma oculta por detrás de vários materiais:

- Madeira, aglomerado e MDF com uma espessura de até 32 mm.

- Plástico com uma espessura de até 22 mm.

- Pedra com uma espessura de até 20 mm.

- Cristal com uma espessura de até 12 mm.

- Aplicado sobre um espelho o metai, não é compatível e não se garante o seu funcionamento.

No seguinte vídeo mostra-se como se monta de uma forma simples a referida iluminação LED.

O sensor Poin Switch duplo trata-se de um sensor interruptor comutado que dispõe de dois detectores para poder acender e apagar o sistema de iluminação a partir de diferentes pontos, por exemplo em cabaceiras de cama ou roupeiros que possuam módulos independentes.

No seguinte vídeo mostra-se como se monta de uma forma simples a referida iluminação LED.

No seguinte vídeo mostra-se como se monta de uma forma simples a referida iluminação LED.

No seguinte vídeo mostra-se como se monta de uma forma simples a referida iluminação LED.

No seguinte vídeo mostra-se como se monta de uma forma simples a referida iluminação LED.

O sensor Micron permite a ligação de vários sistemas de iluminação com apenas um só transformador (sempre e quando não exceda a potência de 24 W), dado que pode conectar-se a 12V DC (depois do transformador).

Graças à sua função dímer poderá aumentar ou reduzir o fluxo luminoso de 100% a 5% num intervalo progressivo com una pulsação comprida (demorada, mantendo o dedo mais tempo pulsando o sensor), enquanto para acender ou apagar todos os sistemas de iluminação basta com uma pulsação curta sobre o sensor.

 Um sensor dimmer é um dispositivo que permite controlar a intensidade da luz de um ou de vários sistemas de iluminação, sendo que desta forma pode-se reduzir ou aumentar o fluxo luminoso, sempre e quando as propriedades do sistema de iluminação assim o permitam.

Isso dependerá das características do sistema de iluminação para poder-se regular ou não a intensidade com um sensor dimmer.

Nos sistemas de iluminação presentes no nosso catálogo, de uma forma geral, podemos regular a intensidade em todos os sistemas de iluminação que se ligam a transformadores de 12 V DC. Sempre e quando o sensor dimmer seja conectado (ligado) depois do transformador de 12 V DC e seja igualmente respeitada a potência máxima de ligação indicada no respectivo dimmer (FACTORES MUITO IMPORTANTES).

Pelo contrário, não podemos regular a intensidade dos sistemas de iluminação que necessitam uma intensidade constante de 350 mA (transformadores de 350mA), nem dos sistemas de iluminação que se ligam directamente à corrente (rede através de corrente alterna AC), dado que nestes casos já têm o transformador integrado.

No seguinte vídeo mostra-se como se monta de uma forma simples a referida iluminação LED.

Quando isto acontece, deve-se ter em conta que o controlador (olho do sensor) acende o interruptor de saída quando detecta o movimento de um corpo humano.

Ou seja, o controlador (olho do sensor) não detecta movimentos de objectos, como por exemplo o movimento de uma porta, mas sim de pessoas ou de calor humano.

Além disso para que o mesmo possa movimento, deve-se interferir entro do seu raio de detecção. O sensor Twelfy MOTION dispõe de um raio de detecção de 2 metros e de um ângulo de 90º.

A diferença principal é a posição na qual os mesmos são colocados na instalação.

Os sensores a 12V (Twelfy) colocam-se entre o sistema de iluminação e o transformador. Por este motivo o transformador está sempre a trabalhar.

Os sensores a 240V (Red eye) instalam-se entre o transformador e a tomada ou fonte da rede eléctrica.

A grande vantagem do sensor a 12V (Twelfy) é que permite a ligação de até com um só transformador (potência máxima admissível 40W), no entanto os sensores a 240V (Red eye) precisam de dois transformadores.

¿Qual é a diferença entre os sensores a 12V (Twelfy) e os sensores a 240V (Red eye)?

Os sensores Red eye que funcionam a 240V AC diferenciam-se consoante a sua funcionalidade e as suas necessidades:

“Preciso de um sensor que acenda e apague o sistema de iluminação como um interruptor mas sem ter de o tocar fisicamente nem ao seu móvel”.
SWITCH. Red Eye 1 (interruptor) Cod. 7001520. Sistema de detecção por proximidade ON/OFF, que se acende ou se apaga quando se interfere no seu raio de detecção de 5 cm.

“Preciso um sensor que acenda o sistema de iluminação quando se abrir a porta do roupeiro e que se apague quando se feche o mesmo”.
DOOR. Red Eye 3 (proximidade) Cod. 7001720. Sistema de detecção por proximidade sempre ON, que só se apaga quando se interfere no seu raio de detecção de 5 cm.

“Preciso um sensor que acenda o sistema de iluminação quando detectar qualquer movimento de um corpo humano e que se apague automaticamente após um determinado tempo, sempre e quando não detectar o movimento de um corpo humano. Sistema ideal para closets e roupeiros”.
MOTION. Red Eye 4 (movimento) Cod. 7001820. Sistema de detecção de movimento, que se acende quando se interfere no seu raio de detecção de 2,5 m e para o qual se pode igualmente regular de 10 segundos a 3 minutos o seu apagado.

“Preciso um sensor que acenda o sistema de iluminação através do contacto com uma superfície metálica, ideal para molduras de cama”.
METAL. Red Eye 5 (táctil) Cod. 7001920. Sistema de detecção por contacto com uma superfície metálica. Raio de detecção e/o funcionamento regulável consoante a sua necessidade.

Quando isto acontece, deve-se ter em conta que o controlador (olho do sensor) acende o interruptor de saída quando detecta o movimento de um corpo humano.

Ou seja, o controlador (olho do sensor) não detecta movimentos de objectos, como por exemplo o movimento de uma porta, mas sim de pessoas ou de calor humano.

Além disso para que o mesmo possa movimento, deve-se interferir entro do seu raio de detecção. O sensor Red Eye 4 MOTION dispõe de um raio de detecção de 2 metros e de um ângulo de 90º.

Isto acontece quando a porta tem um acabamento preto brilhante ou similar. O sensor não detecta a porta porque a superfície absorve a emissão infravermelha do sensor.

Deverá por isso usar a etiqueta adesiva prateada que é fornecida juntamente com o sensor e instala-la no raio de detecção do sensor, que é no máximo de 5 cm.

A etiqueta adesiva prateada utiliza-se quando a porta tem um acabamento preto brilhante ou similar. Neste caso o sensor não detecta a porta porque a superfície absorve a emissão infravermelha do sensor.

Para que o sensor funcione correctamente deve pôr esta etiqueta no raio de detecção do sensor, que é no máximo de 5 cm.

A porca embelezadora deve-se usar sempre e quando não se dispuser de outra superfície metálica para activar o sensor táctil, sendo que além disso é também a opção esteticamente preferida. Embora o sensor táctil Red Eye 5 metal possa também ser ligado através de qualquer elemento metálico condutor para accionar o sensor, como por exemplo ao próprio sistema de iluminação.

Acessórios iluminação

No seguinte vídeo mostra-se como se monta de uma forma simples o carregador sem fio Qi Airtop.

No seguinte vídeo mostra-se como se monta de uma forma simples a multiconector extraível Atom 14.

No seguinte vídeo mostra-se como se monta de uma forma simples a multiconector extraível Atom 26.

No seguinte vídeo mostra-se como se monta de uma forma simples a multiconector extraível Vertikal.

Os conectores USB do multi-conector Vertikal são exclusivamente para a sua utilização na carga de dispositivos electrónicos 5V DC - 2.10A (2x1.05A).

O multiconector Vertikal tem a possibilidade de abertura tanto para cima como para baixo. Está pensado para ser encastrado tanto em módulos superiores como em módulos inferiores graças ao seu desenho retráctil de fácil extracção e de ocultação manual.

O seu inovador desenho permite a sua completa integração em móveis de cozinha, escritório e do lar, tanto em módulos inferiores como superiores, com uma abertura simples puxando para cima no caso dos módulos inferiores e, para baixo, no caso dos módulos superiores.

No seguinte vídeo mostra-se como se monta de uma forma simples o conector USB Plugy.

O conector USB Plugy foi concebido e desenhado para carregar Tablets ou Smartphones de uma forma discreta e acessível graças à sua completa integração no móvel.

Para carregar até dois Smartphones teremos de utilizar o Plugy com o transformador de 15 W (cod. 7001420), enquanto para carregar até dois Tablets iremos necessariamente precisar de conectar um transformador de 30 W (cod. 7001320).

O cabo destinado ao mercado britânico dispõe de uma ligação compatível com todos os transformadores LED de tensão constante existentes no nosso catálogo (6W Cod. 7080920, 15W Cod. 7001420, 30W Cod. 7001320, 50W Cod. 5008420 e 72W Cod. 5008520).

Graças ao referido cabo de alimentação de 2 metros e à sua tomada macho inglesa amplia-se a oferta para poder chegar cada vez a mais mercados, conferindo soluções cada vez mais eficientes em iluminação.

Para montar um interruptor de forma simples temos de seguir o seguinte esquema:

¿Como se monta um interruptor?

Icones iluminação

Com a finalidade de facilitar e de tornar mais visuais e intuitivas as características dos diferentes artigos, podemos encontrar uma série de ícones ou símbolos associados a cada artigo, os quais definem as principais características do mesmo. No início de cada uma das famílias do catálogo encontramos uma legenda explicativa ou clicando em cima dos ícones no caso do nosso site.

¿O que é que significam os ícones (símbolos) que encontramos nos catálogos da Emuca?
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